Uma (nova) prece para o Dia dos Professores

Que a Educação deixe de ser tema de debates políticos e passe a ser plenamente uma política de Estado.

Que o Ensinar seja livre e aberto aos contraditórios para que os cidadãos atingidos sejam inspirados para a vida e inspiradores de um país mais democrático.

Que os professores sejam avaliados como profissionais, mas dentro de sistemas de gestão mais justos e humanizados.

Que os burocratas da Educação, efetivamente, valorizem a qualidade do ensino nas suas várias formas de ação (aulas, pesquisa, extensão) e não somente as métricas de produtividade formadoras de analfabetos funcionais.

Que todos – professores e seus públicos – entendam que ser professor é mais que ter “duas férias por ano”. Para cada hora em sala de aula, há outra na preparação e/.ou na avaliação. Ser professor é também ser pesquisador e agente social.

Que os educandos e seus familiares entendam que não se compra Educação, compra-se (adquire-se) o acesso à Educação por meio de vestibulares e/ou mensalidades. A partir daí começa um jogo que se joga a dois.

Que os educandos entendam que o diploma é a menor parte do processo educativo.

Que educadores e educandos continuem acreditando, seja nas salas de aula “high-tech” ou naquelas em que nem lousa e giz há.

Que continuemos, todos, acreditando que Aprendizado é algo sem fronteiras e que conecta a todos seres humanos, nos define e nos refina. E fará de nós pessoas melhores.

Que a EDUCAÇÃO seja a luz no fim do túnel para um Brasil, que por estar dividido, torna-se esvaziado e alheio ao seu próprio destino.

Amém.

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